terça-feira, 31 de março de 2009

Cigarro vai pesar no bolso dos fumantes



Nesta segunda-feira o governo lançou um pacote de medidas para encarar a tal crise global. Redução de impostos no setor de automóveis,motos e construção civil e aumento do imposto do cigarro.
Segundo o ministro Guido Mantega, com a redução dos impostos o governo teria uma renúncia fiscal de R$ 1,5 bilhão, mesmo valor que se deve obter com o aumento sobre o preço do cigarro.

Segundo ele, "para poder diminuir a receita, temos que providenciar uma nova fonte. Aumentando os tributos do cigarro, que é um setor que não prejudica a produtividade e o emprego, é uma troca bastante conveniente", disse.

"Estamos caminhando no sentido de desistimular o consumo do cigarro e, com os recursos, vamos pagar a conta das outras medidas", disse Mantega.

Um estudo, intitulado “Mortalidade atribuível ao tabagismo passivo na população brasileira”, foi realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e do Instituto de Estudos de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
De acordo com a pesquisa, ao menos sete brasileiros morrem diariamente por doenças provocadas pela exposição passiva à fumaça do tabaco. A maioria das mortes ocorre entre mulheres (60,3%).

Não fumantes agradecem essa medida do Governo Federal,além de ser uma ótima oportunidade para os fumantes pensarem em largar esse vício, que só faz mal a saúde e aos cofres públicos.

Como diz meu ex-chefe, o órgão mais sensível do ser humano é o bolso.

terça-feira, 24 de março de 2009

Balanço da Lei de Incentivo ao Esporte


O ministro do Esporte, Orlando Silva, apresentou na última sexta-feira (20), em uma coletiva de imprensa, o balanço dos resultados da Lei de Incentivo ao Esporte nos anos de 2007 e 2008. Nesse período foram captados 127 milhões de reais e 1,5 milhão de pessoas foram beneficiadas. Os resultados foram considerados positivos pelo ministro que, no entanto, ressaltou haver ainda uma grande concentração de projetos e recursos na Região Sudeste e no esporte de alto rendimento.

Orlando Silva disse que agora o desafio do Ministério do Esporte é, além de nacionalizar a utilização do benefício fiscal, apoiar o esporte recreativo e de lazer, programas de inclusão social e o esporte educacional.

Para pulverizar o mecanismo da Lei de Incentivo em todos os estados do Brasil, o Ministério do Esporte organizará em 2009 eventos em todas as regiões do Brasil. “A partir da segunda quinzena de abril nós faremos seminários regionais em todos os estados para estimular a preparação dos gestores, atletas e clubes para que eles apresentem projetos. O mesmo faremos com os empresários”, disse.

Sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro de 2006, a Lei de Incentivo ao Esporte permite que patrocínios e doações para a realização de projetos desportivos e paradesportivos sejam descontados do Imposto de Renda devido por pessoas físicas e jurídicas. Pessoas físicas podem descontar até 6% do Imposto de Renda devido, e pessoas jurídicas, até 1%.

O ministro destacou a importância do benefício. “É dinheiro novo que não estava à disposição do esporte e passou a servir para o desenvolvimento esportivo do Brasil. Eu creio o balanço é positivo”, disse.

Segundo Silva, é importante qualificar os gestores de entidades desportivas para explorar as potencialidades da Lei de Incentivo de Esporte. Se os projetos forem bem elaborados, têm mais chances de serem aprovados e de captarem recursos das empresas interessadas em investir no esporte.

O ministro falou também da importância da sensibilização das empresas para que invistam em projetos esportivos. “É preciso que as empresas vivam a experiência de financiar um projeto esportivo. É muito bom para elas associarem suas marcas e seus produtos aos valores positivos do esporte. Além disso, 100% do investimento num programa esportivo com base na lei de incentivo pode ser descontado do imposto que paga para o governo”, disse o ministro.

De acordo com o balanço apresentado, as entidades financeiras, bancos, empresas ligadas à energia e Siderurgia e comércio foram as empresas que mais doaram recursos para projetos esportivos por meio da Lei de Incentivo ao Esporte. Mas o ministro também chamou atenção para a importância de atrair a participação de médias e pequenas empresas.

Fonte: www.esporte.gov.br

terça-feira, 17 de março de 2009

Está voltando a treinar? Cuidado!


Para proteger seu corpo de lesões, é preciso pegar leve na intensidade e na carga do treino. Mas isso não significa ausência de desafios. Um personal trainer pode ajudar nesta fase, oferecendo estímulos diferentes a cada aula até que o nível anterior seja retomado e, claro, superado. É um momento em que a alimentação apresenta impacto determinante nos resultados, ajudando a aumentar o rendimento na hora da prática. No caso de exercícios de força muscular, o aluno precisa de uma ingestão maior de carboidratos, para ter mais energia, e de proteínas que garantam a reconstrução do músculo.

Na medida do seu pique
O treino de retorno não deve ser muito pesado e nem no nível do que você interrompeu. Com isso, em vez de acostumar o corpo às atividades físicas, você só fica mais vulnerável a lesões (e a mais meses sem treinar, portanto). A intensidade e o volume dos exercícios devem ser calibrados para que seu corpo acostume-se gradualmente a eles, sem exageros.

Para um treino cardiovascular, não existe a necessidade de intervalos durante os dias da semana. Já no caso de um treinamento de força, é preciso intercalar os estímulos para obter resultados é no descanso que o músculo se recupera das microlesões e se fortalece.

E não precisa ficar decepcionado quando receber um treino inferior àquele que estava trazendo resultados. Uma pessoa acostumada a treinar, mas que passou um tempo de folga, avança mais rapidamente do que outra, que nunca treinou. O corpo possui memória muscular, um aluno sedentário leva muito mais tempo para que o corpo se acostume com o esforço. Isso não depende de sexo, homens e mulheres recuperam-se igualmente, de acordo com o condicionamento físico trabalhado ao longo da vida .

Não para, não!
Largar as atividades físicas é um problema comum. A agenda lota, os amigos convidam para sair, a preguiça de acordar cedo e muitos outros motivos contribuem para que os treinos fiquem em último lugar na sua agenda. Para seguir firme com o seu programa, evitando os quilos a mais e o efeito sanfona, siga as dicas:

1. Escolha uma academia perto de você. O deslocamento, muitas vezes, inviabiliza as atividades;

2. Antes de fazer a matrícula numa academia, veja se ela oferece aulas que combinam com o seu perfil. Você vai ficar com dó de perder aulas de que gosta;

3. Organize sua alimentação para conseguir resultados mais rapidamente e continuar com motivação.

Fonte: www.minhavida.com.br

terça-feira, 10 de março de 2009

Promoção Bem Viver - Multimistura.


Todo dia é dia da mulher.

Ligue 3662 8900, escolha a opção 9, deixe seu nome e concorra a um kit de vinho terapia da Farmácia Multimistura.

O Sorteio será realizado no dia 30 de Março, ao vivo, no Programa Bem Viver. A partir das 9hs na Rádio Itapuí AM 1170 ou www.radioitapui.com.br

Participe!

O poder da uva

Os produtos feitos à base da fruta ajudam a rejuvenescer, preservam a elasticidade da pele e ainda regeneram o cabelo.

Lesões são causadas por falta de informação



Pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde aponta que falta de condicionamento físico e orientação médica são as maiores causadoras de contusões em atletas.

Um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde, com base em 2 mil atendimentos realizados em 2008 no Ambulatório de Medicina Esportiva do Hospital Estadual Ipiranga, na capital paulista, aponta que entre os pacientes que procuraram a unidade, a maioria homens, 90% já chegaram lesionados ou com algum tipo de problema de saúde relacionado à prática do esporte.

A grande causa das lesões é a falta de condicionamento físico e ausência de orientação médica para a prática de atividades físicas. A Secretaria recomenda que quem deseje começar a praticar um esporte procure antes um médico para realizar os exames físicos e sorológicos.

“Quase ninguém segue essas orientações como um primeiro passo para o que deveria ser uma vida mais saudável. Se as pessoas tivessem o hábito de realizar todos os exames necessários antes de iniciar a prática de esportes, muitas lesões graves e até sérios problemas cardíacos, que os pacientes venham a ter, poderiam ser evitados”, afirma Ricardo Galotti, médico responsável pelo ambulatório.

fonte: www.educacaofisica.com.br

terça-feira, 3 de março de 2009

Ciclovia, democratizando o espaço público



Percebemos em nossa região que o domínio dos carros e motos em nossas ruas é cada vez maior. Dificuldade de estacionamento, acidentes com vítimas e desrespeito ao pedestre são problemas constantes em nossas cidades.
É preciso pensarmos numa forma para democratizar o espaço público. Uma ação imediata seria a construção de ciclovias.

A prefeitura de Paris criou, em 1862, caminhos especiais nos parques para os velocípedes para não se misturarem com as charretes e carroças, dando assim origem às primeiras ciclovias.

Uma via ciclável é um espaço destinado especificamente para a circulação de pessoas utilizando bicicletas. Há vários tipos de vias cicláveis, dependendo da segregação entre ela e a via de tráfego de automóveis:


tráfego compartilhado: não há nenhuma delimitação entre as faixas para automóveis ou bicicletas, a faixa é somente alargada de forma a permitir o trânsito de ambos os veículos.


ciclofaixa:é uma faixa das vias de tráfego, geralmente no mesmo sentido de direção dos automóveis e na maioria das vezes ao lado direito em mão única. Normalmente, nestas circunstâncias, a circulação de bicicletas é integrada ao trânsito de veículos, havendo somente uma faixa ou um separador físico, como blocos de concreto, entre si.

ciclovia: é segregada fisicamente do tráfego automóvel. Podem ser unidireccionais (um só sentido) ou bidireccionais (dois sentidos) e são regra geral adjacentes a vias de circulação automóvel ou em corredores verdes independentes da rede viária.

Repensar para evoluir é preciso.