terça-feira, 26 de maio de 2009

Como eu parei de Fumar

Praticar exercícios a dois é um grande estímulo


Casados ou namorados, ir para academia com o parceiro alia bem estar, saúde e estética, além de fortalecer laços de carinho e cumplicidade
SÃO PAULO (ABN NEWS) - Muitos casais esquecem que, para a saúde da relação, ambos precisam investir no relacionamento e principalmente, viver com qualidade. Praticar exercícios com o parceiro pode ser um grande estímulo para sair do sedentarismo, principalmente para aqueles casais que não tem muita motivação para começar a praticar alguma atividade física.
O que muitas pessoas não sabem é que o sedentarismo, ou seja, a falta de atividade física é um grande inimigo do amor. Casais que não se exercitam engordam com mais facilidade e muitos chegam a perder o interesse pelo outro.
Porém os exercícios físicos podem apimentar um relacionamento. “Durante os exercícios surgem momentos de carinho e cumplicidade, que, muitas vezes, os casais não têm em outros momentos do dia a dia”, diz Milena Emídio, educadora física e coordenadora técnica da Triathon Academia. Segundo ela, a dica é compartilhar uma modalidade que os dois se interessem, fazendo da experiência algo prazeroso.
De acordo com Selma Schimdt, também educadora física da Triathon, a dança de salão permite que o casal aprenda a dançar junto e faz com que saiam da rotina diária e, de quebra, ainda gastam energia. "A dança tem a capacidade de unir pessoas. Por meio dela, os casais podem perceber suas limitações e desenvolver o respeito e o incentivo pelo outro. Os casais que dançam também têm como benefício a interação do ritmo corporal, aumento da flexibilidade e, alívio de estresse.
Casais que curtem caminhar, podem aproveitar para praticar esteira e spinning juntos. Aqueles que não dispensam a musculação incentivam um ao outro a não faltar e até mesmo a ser mais dedicado. “Ter alguém do lado, incentivando é fundamental para que a pessoa não pense em desistir em nenhum momento”, afirma Milena.
Cumplicidade, amor, carinho, são cuidados que estão ligados ao bem estar provocado pela endorfina, uma substância liberada durante a atividade física, responsável pelo bem estar físico e mental. A prática regular reduz o efeito do cortisol (o hormônio do estresse), aumenta a qualidade do sono e a disposição. O mínimo de atividade física já pode afastar o risco de doenças como hipertensão arterial, diabetes, obesidade, ansiedade, aumento do colesterol e infarto.
“Fazer exercícios com quem se ama, ativa os nossos sentidos mais secretos, como o toque e a paixão, excelentes ingredientes que inovam e reacendem a chama do amor”, conclui Milena.

Fonte: www.educacaofisica.com.br

terça-feira, 19 de maio de 2009

Campeões olímpicos condenam ocaso e desperdício no Engenhão

A busca pela sede olímpica fez com que o Rio de Janeiro reativasse o Engenhão para eventos de atletismo nesse domingo após 21 meses. Porém a postura adotada pelas autoridades neste período em que o estádio foi usado apenas pelo futebol não foi esquecido e mereceu duras críticas dos maiores alvos da campanha que visa convencer o mundo e trazer os Jogos Olímpicos de 2016 para o país: os atletas internacionais de ponta.

Dos quatro atuais campeões olímpicos que participaram do GP Rio de Atletismo, apenas a brasileira Maurren Higa Maggi evitou críticas contundentes ao abandono de eventos de atletismo no Engenhão. O local, que custou mais de R$ 380 milhões, não era utilizado pela modalidade desde os Jogos Pan-Americanos, em agosto de 2007, apesar de ser também o local das provas de atletismo nas Olimpíadas de 2016, caso a candidatura carioca vença.

Na passagem pelo Rio de Janeiro, o português Nelson Évora, campeão olímpico do salto triplo, elogiou o estádio do Engenhão, mas não disfarçou a surpresa ao saber que o local não foi utilizado nos últimos 21 meses para competições de atletismo. "Acho que deveria ser mais usado. É uma pista diferente, muito boa para os atletas e acho ruim que tenha ficado assim (sem usar)", comentou. "Todas as coisas boas têm de ser usadas. Não pode desperdiçar", completou.

Atual campeã mundial e olímpica do arremesso de peso, a neozelandesa Valerie Vili foi outra que se impressionou com o estádio, mas lamentou sua pouca utilização. "Disputei competições em vários países e este estádio é muito bom. É uma pena saber que não vem sendo aproveitado", disse a atleta, que venceu sua prova neste domingo e ainda competirá nos GPs de Uberlândia e Belém na próxima semana.

Acostumada a disputar grandes eventos, a norte-americana Grace Upshaw destacou que o Engenhão tem condição de receber uma Olimpíada, mas que não pode ficar tão tempo inativo para a modalidade. "É um estádio com boa pista, o clima no Brasil é perfeito, é um lindo lugar. A pista precisa ser usada pelos brasileiros", avaliou a atleta, que foi à final do salto em distância nas Olimpíadas de Pequim.

Vencedora da prova disputada por Grace Upshaw na China, Maurren Maggi foi mais política e evitou críticas. "É bom estar de volta. Demorou um pouco, mas também a pista continua boa", definiu a brasileira, que foi a atleta mais procurada pelo público durante o final de semana.

A direção do Botafogo, que administrará o local pelos próximos 19 anos, reconheceu que a ausência de eventos comprometeu a pista e prometeu que o Engenhão será mais usado pela modalidade. "Quando assumi no começo do ano, algumas coisas não estavam tão boas e precisamos de quatro meses para recolocar em ordem. Vamos trabalhar agora para trazer projetos para cá e incentivar o uso do Engenhão pela comunidade que mora no entorno do estádio", disse o presidente Maurício Assumpção.

Segundo o dirigente, há uma proposta de fazer um projeto em conjunto com o Ministério do Esporte. O diretor de esportes olímpicos do Botafogo, Miguel Ângelo da Luz, terá uma reunião nesta quarta-feira em Brasília para acertar os detalhes finais. "Estou otimista e será importante para todos", comentou Luz.

A mesma promessa foi utilizada pelo COB para explicar o "legado" do Pan, antes do início da competição em 2007. Para Assumpção, tal falha não se repetirá em sua gestão, já que também não acredita ser verídico o argumento que eventos de atletismo como lançamento de dardo, de disco ou arremesso de peso prejudiquem o gramado.

fonte: www.educacaofisica.com.br

terça-feira, 12 de maio de 2009

Vergonha? Saiba como ficar mais à vontade na academia


O primeiro passo já foi dado, você deixou a preguiça de lado e resolveu se matricular na academia. Mandar o excesso de gordurinhas para longe já começa virar um sonho bem próximo. O problema é que, logo no primeiro dia de aula, a vergonha vem à tona. O mal estar começam em casa, na hora de se vestir: parece que nenhuma camiseta é grande o suficiente para disfarçar os quilos extras e as dobrinhas. Chegando à academia, a impressão de que todo mundo está olhando para você e comentando sua falta de habilidade com os exercícios destrói a concentração.

Muitas mulheres passam por essa situação sim, este é o primeiro consolo: você não está sozinha. Mas o melhor está por vir, de acordo com a coordenadora e professora Kátia Ramalho. "O constrangimento desaparece quando você nota que a academia está lotada de gente que só pensa em cuidar do corpo e da mente, muita gente mal olha para o lado, não há motivo para querer se esconder". Mas, se a vontade insiste, a professora dá dicas para você mudar de idéia.

O lugar certo
A academia precisa combinar com o seu jeito. Só assim você vai se sentir bem dentro dela. Procure ambientes acolhedores. Com equipamentos novos ou com uma boa manutenção, bem cuidados.


Objetivo
Seu objetivo precisa bater com o objetivo da academia. Se você está buscando saúde, nunca vai se sentir bem em um ambiente lotado de menininhas que só buscam a conquista de um corpo violão. Identificar locais onde existam mulheres reais, de verdade, que estão lá preocupadas com a saúde e de alguma maneira se identifiquem com o seu perfil é um bom começo. O atendimento mais próximo do profissional também traz segurança para quem sente muita vergonha.


Profissionais
Seus instrutores estão entre os responsáveis pelo sucesso do seu treino. Por isso, é importante se preocupar com a postura de cada um deles. É necessário buscar profissionais sérios e competentes que entendam de "mulheres", já que não dá para igualar padrões de força, cargas e objetivos iguais para os diferentes sexos. Essa atitude ajuda a acabar com o preconceito entre os alunos.


Autoconfiança
Ter autoconfiança é o primeiro passo para acabar com a vergonha. Colocar a saúde em primeiro lugar para não desistir e abandonar o exercício, também é uma opção. Uma dica é optar por exercícios rápidos que tenham garantia de resultados comprovados.


Fonte: www.educacaofisica.com.br

terça-feira, 5 de maio de 2009

Salve Ronaldo!

Há algum tempo queria falar do Ronaldo, mas não achava que ele iria surpreerder tanto. Já fui fã de Ronaldo no início da sua carreira e o odiei na Copa de 1998, o que me fez torcer para Holanda naquele ano. Era impossível torcer por um Brasil de milionários da bola, ainda mais treinado pelo Zagalo e comandado em campo pelo cansado e insistente Dunga. Ah, tinha o Gonçalves, aquele zagueiro horrível do Botafogo, Zé Carlos (lateral) e outros que não me animavam a torcer pela Seleção escalada por empresários. Mas o que mais me indignava era a falta de vontade dos jogadores em representar o país na Copa, o mesmo que aconteceria em 2006.
Logo veio a sequência de lesões do Fenômeno, o que parecia impossível a participação dele na Copa de 2002, foi exemplo de superação maestrado por Luis Felipe Scolari. Fomos Penta graças a genialidade e dedicação de Ronaldo. Comecei a respeita-lo novamente.

Em 2006, estava gordo e apático, mas mesmo assim fazia gol e se tornou o artilheiro das Copas. A Seleção era uma festa, não tinha foco no jogo. Deu no que deu. Após a Copa veio as novas lesões e ele se perdeu. Deixou de ser aquele exemplo de superação e ao voltar para o Brasil, obeso, se meteu em um escândalo com travestis. Cada um com as suas preferências, nada contra, mas parecia que não queria jogar mais futebol.

Eis que renasce o amor pelo futebol novamente e a oportunidade de se recuperar e jogar no

Corintians. Jogada de marketing brilhante até que ele desempenhasse um bom futebol. Recuperou-se aos poucos, começou a jogar, a fazer gols e a ser decisivo, voltou a ser o velho Ronaldo. Foi o grande responsável pela conquista do Paulistão pelo Timão.

Ao final do campeonato demonstrou humildade, patriotismo e responsabilidade social. Ao ser perguntado se já era hora de ir pra Seleção, Ronaldo disse que estaria a disposição porque é um soldado brasileiro à serviço da pátria. Ainda não bastasse esse gesto patriótico, criticou severamente a organização da festa do título, uma insegurança total. O capitão Wilham quase pegou fogo junto com a taça e o Ministro do Esporte, Orlando Silva. Um absurdo.

Ronaldo é o Cara! Espero que ele possa dar uma nova cara ao futebol brasileiro, tanto em campo, quanto em organização.

Força Ronaldo!