segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Caminhada Transferida devido ao mal tempo

A Caminhada ao Canto dos Guilherme, que aconteceria neste sábado, foi transferida para o dia 10 de outubro. Devida a chuva constante que nossa região enfrenta, o Doutor Silvano optou por bem de todos transferi-la. Mas se comprometeu com uma nova caminhada neste meio tempo.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Caminhada ao Canto dos Guilherme - 15KM

Mais uma caminhada em grupo se aproxima. É neste sábado, 28/8. Depois de desbravarmos o Monjolo (Veja como foi) e o Caminho do Barro Preto (Veja como foi), chegou a vez de irmos a pé ao Canto dos Guilherme, distrito de Santo Antônio da Patrulha-RS.


Segundo o Dr. Silvano, "o percurso total são 15Km, com uma parada no MONJOLO para água, xixi e outras necessidades.
Se alguém quiser, pode ir de carro até o Monjolo e caminhar só  a partir dali (os 8Km que faltam). Nos espere por lá em torno das 10:30h.
Estamos em tratativas com outros caminhantes, de tal sorte que a lista poderá aumentar bastante".

Ele ainda lembra que "nós não caminhamos por dinheiro, nem por promoção política, nem por religião. Nós caminhamos porque isso é bom, isso nos faz felizes e saudáveis, porque é relaxante, as paisagens são belas, as fotos vão ser de arrasar. Nós caminhamos para nos deixar envolver por esta natureza maravilhosa que Deus coloca à nossa disposição e que, por vezes esquecemos.

NÃO ESQUEÇA, se você vai na caminhada, me avise que tenho que planejar o lanche e o ônibus (3,00 reais/pessoa)".

Confirme sua participação pelo email: silvano@via-rs.net


Saída: 8h no Colégio Santa Terezinha
Previsão de chegada: 12h
Camiseta da Caminhada: R$ 8,00 - reserve a sua pelo email: prof.brunoramos@gmail.com

sábado, 7 de agosto de 2010

24ª Moenda da Canção Música e Paixão

Mais em: www.moendadacancao.com.br

Clique na imagem para visualizar melhor.

Ingressos antecipados: www.maniadeloja.com.br em Santo Antônio da Patrulha-RS

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dilma garante aumentar investimentos no esporte


No dia em que o Brasil comemora 90 anos de suas primeiras medalhas olímpicas, nos Jogos da Antuérpia, a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, foi recebida no Comitê Olímpico Brasileiro (COB), no Rio de Janeiro. Falando para atletas, delegados do Comitê e convidados, a petista disse que não considera “baratinho” investir em esporte, como seu adversário vem dizendo. 
“Não acho que o esporte é baratinho. Tampouco acho que para fazer esporte pode ser feito com pouco dinheiro. O nosso país tem um tamanho que justifica que os nossos sonhos também tenham o tamanho dele”, disse, sob aplausos. “Tenho certeza de que somos capazes de investir em trem de alta velocidade e ao mesmo tempo fazer metrô. Acabou a época de pensar pequeno e realizar menos ainda. Agora, pensamos alto e buscamos realizar ainda mais.”
Dilma ganhou do campeão olímpico Joaquim Cruz um uniforme personalizado dos atletas brasileiros. Vestida com o agasalho verde e amarelo, ela lembrou o seu comprometimento com a realização dos Jogos Olímpicos e a instalação de centros de excelência para esportes de alto rendimento no Brasil.
O presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, elogiou os avanços conquistados no governo Lula para a área do esporte e citou a lei de incentivo que isenta de impostos os investimentos em projetos esportivos e a importação de equipamentos. O dirigente pediu aplausos para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela conquista dos Jogos Olímpicos para o Brasil.
Oportunidades para os jovens
A candidata afirmou que as Olimpíadas de 2016 devem servir para o Brasil ter esporte de alto rendimento e para o desenvolvimento social dos seus jovens. “Queremos fazer das Olimpíadas um instrumento para tornar o Brasil uma das maiores e melhores potências esportivas do mundo e num país campeão de oportunidades para seus jovens. Queremos ser uma potência esportiva e social. É o que queremos desse grande evento que são as Olimpíadas.”
Dilma defendeu a ampliação do programa Bolsa Atleta e que ele seja estendido também para aqueles que já recebem patrocínios. Segundo ela, outro programa que deve ser expandido é o Segundo Tempo, que dá às crianças e aos jovens a oportunidade de praticar esportes quando saem das aulas.

Fonte: www.dilma13.com.br

domingo, 1 de agosto de 2010

Maconha, porta de saída?, por Marcos Rolim*

Este artigo foi publicado na Zero Hora de domingo (1 de agosto 2010). Este assunto deve ser amplamente debatido sem preconceitos, segue o texto:

A epidemia de crack é um dos fenômenos mais sérios na interface entre saúde pública e segurança. O que a faz particularmente grave é a reconhecida dificuldade de superar a dependência química. Pois bem, a Universidade Federal de São Paulo realizou pesquisa com 50 dependentes químicos de crack que foram submetidos a um tratamento experimental de redução de danos. Sob a coordenação do psiquiatra Dartiu Xavier, o grupo foi tratado com maconha. Daquele total, 68% trocou o crack pela maconha. Ao final de três anos, todos os que fizeram a troca não usavam mais qualquer droga (nem o crack, nem a maconha). Anotem aí: todos.

Imaginei que, com a divulgação destes resultados por Gilberto Dimenstein, na Folha de S. Paulo em 24 de maio, haveria grande interesse sobre o estudo. Nada. A resposta ao mais impressionante resultado de superação da dependência de crack no Brasil foi o silêncio. O uso medicinal da maconha tem sido admitido em dezenas de países, inclusive nos EUA. Por aqui, o tema segue interditado pela irracionalidade. É evidente que o consumo de maconha pode produzir efeitos danosos. Sabe-se que o abuso pode conduzir o usuário a problemas de concentração e memória e que em determinadas pessoas o uso está correlacionado à precipitação de surtos esquizofrênicos. Daí a criminalizar seu consumo e impedir experiências destinadas ao uso medicinal vai uma distância que tende a ser percorrida pela intolerância e pelo obscurantismo.

O psicofarmacologista Eduardo Carlini sustenta que o princípio ativo da maconha pode ser útil no combate à depressão e ao estresse. O mesmo tem sido dito por cientistas quanto ao tratamento do glaucoma, da rigidez muscular causado pela esclerose múltipla, ou como apoio aos pacientes com Aids, aos que sofrem do mal de Parkinson e aos que se submetem à quimioterapia em casos de câncer. Estudo da USP com pacientes que ingeriram cápsulas de canabidiol, um dos compostos encontrados na erva, demonstrou resultados positivos no tratamento da fobia social e na redução da ansiedade.

As oportunidades abertas por estudos do tipo, entretanto, assim como a necessária pesquisa, estão impugnadas no Brasil por um discurso preconceituoso e por uma legislação ineficiente e estúpida. Seguimos repetindo que a maconha é “a porta de entrada” para o consumo de drogas mais pesadas, o que pode traduzir tão-somente uma “falácia ecológica” (quando se deduz erroneamente a partir de características agregadas de um grupo), vez que o universo de consumidores de maconha é muitas vezes superior ao grupo dos dependentes de drogas pesadas que se iniciaram pela cannabis. Em outras palavras: é possível que a maconha seja mais amplamente uma opção alternativa às drogas pesadas e não uma droga de passagem. Independentemente disto, é possível que a maconha seja uma porta de saída para a dependência química por drogas pesadas. O que, se confirmado, será uma ótima notícia.

marcos@rolim.com.br
*Jornalista